"Quietinhos, num canto, comunicamos ..."
Não sou versado para falar em comunicação mas creio que, sem overdoses, toda forma é válida, seja escrevendo no espelho do banheiro com batom, deixando bilhetinhos debaixo do travesseiro (coisas que não faço mas, talvez até gostasse de ser surpreendido, por que não?), enviando cartões virtuais, e-mails (com ou sem fotos) etc etc etc
No final, penso eu, o interessante do processo é a relevância do que se quer significar ao outro, respeitados aqueles limites em que a pessoa ainda não se permite, ainda, romper ...
Afinal, todos temos o direito do silêncio e da "distância saudável" ;o) ... Mas ainda assim, "silêncios comunicam". E como ...
Entretanto, num contexto amoroso iniciado e intermediado pela internet com firme convicção para transformá-lo em real, entre outros, é preciso se expor (evitando machucar-se desnecessariamente), é preciso ser ativo (sem ser inconveniente com uma insistência excessiva); é preciso ter confiança em si (sem deixar de perceber quando não está agradando) ... E por aí vai ...
sexta-feira, maio 14, 2004
domingo, maio 09, 2004
Lacuna
Dia das mães, manhã (10:30h) ensolarada ...
Numa análise requintada, talvez tenha algo de edipiano no relato, mas tanto a mãe biológica (que perdi aos dez de idade, 15 dias antes do pavoroso incêndio do Joelma, lá nos idos de 1974) qto a de criação (falecida em Ago-2003) me foram fantásticas. E me fazem - e sempre farão - muita falta.
Com toda certeza, a menos que seja de comum acordo para dar vazão a breves momentos de fantasia (embore eu não adote) sempre repudiarei o trato sadomasoquista ou de violência para com a mulher - esse ser, como na canção, "entre a serpente e a estrela", extremamente especial.
Pode ser que a psiquiatria explique, academicamente, esse respeito e atração (tb maternal) que tenho para com a mulher. Prefiro ficar com a mais singela, descomplicada e desencanada versão: - Mulher é a outra metade do céu e faz irreparável falta na vida do homem. Beijo, "mães" ...
Numa análise requintada, talvez tenha algo de edipiano no relato, mas tanto a mãe biológica (que perdi aos dez de idade, 15 dias antes do pavoroso incêndio do Joelma, lá nos idos de 1974) qto a de criação (falecida em Ago-2003) me foram fantásticas. E me fazem - e sempre farão - muita falta.
Com toda certeza, a menos que seja de comum acordo para dar vazão a breves momentos de fantasia (embore eu não adote) sempre repudiarei o trato sadomasoquista ou de violência para com a mulher - esse ser, como na canção, "entre a serpente e a estrela", extremamente especial.
Pode ser que a psiquiatria explique, academicamente, esse respeito e atração (tb maternal) que tenho para com a mulher. Prefiro ficar com a mais singela, descomplicada e desencanada versão: - Mulher é a outra metade do céu e faz irreparável falta na vida do homem. Beijo, "mães" ...
domingo, maio 02, 2004
Culturabilidade
Ontem, ao mesmo tempo em que me "logava" longamente no ParPerfeito (sem ficar, como na maioria das vezes, postado diante do desktop), preparava-me para uma saída noturna com colegas e amigas.
Fazia tempo que não ia a peças teatrais ...
Fomos ao Espaço Cultural Santo Agostinho (entre outros, com belo e moderno teatro) e assistimos à hilariante comédia AS FILHAS DA MÃE, que, resumidamente, mas beeeeemmm resumidamente, trata do universo de uma vedete frustrada, ansiosa por transformar suas duas filhas em grandes atrizes ...
Ahh, como em detrimento de busca estritamente obstinada de bens materiais e patrimoniais não abro mão de programas culturais ...
Me são oxigênio da alma ... Depois, fomos a uma pizzaria. Programa, prá mim, por uma noite, completo. E satisfatório. ;o) Valeu mesmo!
Fazia tempo que não ia a peças teatrais ...
Fomos ao Espaço Cultural Santo Agostinho (entre outros, com belo e moderno teatro) e assistimos à hilariante comédia AS FILHAS DA MÃE, que, resumidamente, mas beeeeemmm resumidamente, trata do universo de uma vedete frustrada, ansiosa por transformar suas duas filhas em grandes atrizes ...
Ahh, como em detrimento de busca estritamente obstinada de bens materiais e patrimoniais não abro mão de programas culturais ...
Me são oxigênio da alma ... Depois, fomos a uma pizzaria. Programa, prá mim, por uma noite, completo. E satisfatório. ;o) Valeu mesmo!